Tem uma ponta de espera neste tarde que me cobre com o azul e seus cachecóis de nuvens. Atravesso a Avenida Atlântica sem olhar os carros que vêm do lado direito. Saí com a mochila leve: celular, óculos, protetor solar, canetas e um bloco de notas vintage.
Escolho o quiosque mais próximo, peço água de coco e, entre a página em branco e o mar, busco manter o frescor da manhã. Esta será mais uma semana minimalista como as contas dos colares comprados na Bahia, porém, com encaixes complexos de horas.
Para cada travessão, uma tarefa. Para cada grupo de palavras, uma observação: os dias têm seu próprio ritmo, acorde-se, respire e escolha um dardo.

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